DROGAS E ÁLCOOL UM VÍCIO PERIGOSO NA JUVENTUDE

Um tema que foi discutido entre vários jovens de uma comunidade religiosa
foi o começo de algum entendimento sobre a preocupação que têm sosbre o
crescente uso de drogas e álcool em fase precoce dos indivíduos que se
envolvem com o alcoolismo e dependência química com as diversas drogas
.Depois de dois anos de intenso trabalho e de duas Assembleias Gerais da
CNBB que se debruçou sobre o tema da juventude, os bispos aprovaram, em
maio 2007, o documento:

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Clínica de reabilitação em São Paulo – Clínica de recuperação em São Pulo – São Roque SP / R$1200 Mês

13 OPÇÕES DE CLÍNICAS DE REABILITAÇÃO SP DROGAS

“Evangelização da Juventude: desafios e

perspectivas pastorais”. Este texto já expressa o problema das drogas como
um dos principais problemas do jovem no País: “Eis alguns dos principais
problemas com os quais se deparam, hoje, os jovens brasileiros: a
disparidade de renda; o acesso restrito à educação de qualidade e frágeis
condições para a permanência nos sistemas escolares; o desemprego e a
inserção no mercado de trabalho; a falta de qualificação para o mundo do
trabalho; o envolvimento com drogas; a banalização da sexualidade; a
gravidez na adolescência; a AIDS;

A violência no campo e na cidade;

A intensa migração; as mortes por causas externas (homicídio, acidentes de
trânsito e suicídio); o limitado acesso às atividades esportivas, lúdicas,
culturais e a exclusão digital“.Vários temas com os quais os jovens se
deparam atualmente , e vários deles em virtude do uso abusivo das drogas que
causam a dependência química , bem como seus reflexos nos demais ,podendo
interferir no convívio social , doenças , mortes , gravidez precoce e não
desejada ,trabalho e muitos outros assuntos.

Entre as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil,
aprovadas pelos bispos que compõem a CNBB, em uma das suas cinco
urgências pastorais, encontra-se também recomendação que alerta para o
perigo que o álcool e as drogas em geral representam para a juventude no
Brasil:

“Crianças, adolescentes e jovens precisam de maior atenção por parte
de nossas comunidades eclesiais, pois são os mais expostos ao abandono, às
drogas, à violência, à venda de armas, ao abuso sexual, ao tráfico humano, às
várias formas de exploração do trabalho, bem como à falta de oportunidades
e perspectivas de futuro“.

 

Os temas aqui abordados são todos associados ao

uso precoce das droga e do alcoolismo crescente logo nos primeiros anos da
adolescência. Muitos jovens já iniciam o vício aos 12 anos (alguns menos) , é
que sugerem algumas pesquisas , e crescem no desenvolver do crescimento.
Crianças, adolescentes e jovens precisam de maior atenção por parte de
nossas comunidades pois são os mais expostos ao abandono, às drogas

O alcoolismo ( ou dependência química pelo álcool) pode chegar à vida dos
jovens de vários modos. Há muitas teorias a respeito do problema. Por
exemplo: o jornal “O Globo”, em 2014, publicou resultados de estudo sobre o
tema realizado pela Universidade de Pittsburgh e pelo Norris Cotton Cancer
Center, nos Estados Unidos.

 

O principal resultado é de que o consumo

excessivo de álcool dos jovens está ligado à menção que as músicas fazem da
bebida. baseado em uma pesquisa com 2.541 pessoas com idades entre 15 e 23
anos, o estudo afirma que políticas públicas e educacionais podem limitar a
influência do álcool na música popular e, assim, diminuiriam o consumo de
bebida entre jovens. Um problema causado pela música pode parecer estranho
à princípio , mas é facilmente explicado.

“O Globo” relata: “Um adolescente

comum é exposto anualmente a cerca de 3 mil referências a bebidas
alcoólicas enquanto ouvem música – destaca Brian Primack, autor chefe do
estudo e diretor do Programa de Pesquisas de Mídia e Saúde na Escola de
Medicina de Pittsburgh. – É importante compreender o impacto negativo que
essas referências podem ter em uma faixa etária, induzindo o consumo de
álcool. O álcool é considerado a terceira maior causa de morte nos EUA
relacionada com o estilo de vida, segundo o Centro para Controle e
Prevenção de Doenças“.

 

O mesmo acontece com a banalização sobre se

comentar sobre drogas e seu uso am tais músicas . Outro aspecto importante
são as referências onde grandes artistas aparecem em notícias ligadas à artistas
de nome e sua dependência química ou alcoolismo assumidos publicamente ,
induzindo os mais jovens que seus talentos são provenientes dos efeitos das
drogas ilegais e do álcool.

Álcool e outras drogas (maconha , cocaína , lsd , ecstasy ,crack ,
anfetaminas e demais)

A Drogadição, ou dependência química e utilização de drogas foi o tema
correlato da segunda discussão, é um processo que precisa ser melhor
conhecido para que o debate seja proveitoso. Numa pesquisa rápida no
Google, pode-se se chegar a uma maior clareza do termo:

“Drogadição ou

Toxicodependência , ou dependência química ou vício em drogas são termos
genéricos que designam toda e qualquer modalidade de vício bioquímico por
parte de um ser humano ou a alguma droga (substância química) ou à
superveniente interação entre drogas (substâncias químicas), causada ou
precipitada por complexo de fatores genéticos,
bio farmacológicos“.

Entendemos aqui que a genética humana carrega

informações que podem levar ao uso de tais substâncias , e o organismo

humano reage de maneira a ficar dependente através do metabolismo
associado com elementos químicos presentes em todas as drogas , isso inclui o
álcool, que se trata de droga lícita e com facilidade do uso por estar presente
nos lares e se pode comprar em qualquer esquina , fatores que contribuem para
que o adolescente experimente e se torne sem perceber um usuário
crônico.Isso alerta às famílias como podem contribuir com a dependência sem
ao menos se dar conta quando têm em casa a facilidade para o uso.

Por meio da Campanha da Fraternidade de 2001 com o tema: “Vida sim,
drogas não”, a CNBB trouxe esse problema para amplo debate nas
comunidades de todo o Brasil.

Naquela ocasião, padre padre Haroldo Rahm,
presidente nacional da Federação das Comunidades Terapêuticas no Brasil,
que reúne mais de 500 instituições que trabalham com dependentes, disse ao
jornal “Folha de São Paulo”: “A juventude está sendo destruída pelas drogas,
sobretudo pelo álcool”.

Tal afirmação vinda de um especialista como é o
padre causa espanto , mas se trata de informação baseada nos casos como os
quais se defronta diariamente na internação de dependentes químicos nas
diversas clínicas de tratamento de dependência química que trabalha ou
mantém contato. O repórter Aureliano Biancarelli, na época, escreveu: “Para
a CNBB, o dependente de drogas é uma pessoa doente que necessita de
cuidados e que merece solidariedade.

Uma das recomendações é a criação,

em cada diocese, de centros para atenção e recuperação de dependentes. A
campanha tem o mérito de abrir a discussão para um problema que aflige
milhões de famílias. Abordar o álcool e as drogas sob um olhar cristão é, no
mínimo, reduzir o preconceito e o estigma que pesam sobre os
dependentes“.Um fator muito importante é que a sociedade classifica
dependência química pelas drogas ou álcool como um fator de falta de
vergonha ou fraqueza do ser humano em geral.

Uma visão mais solidária e

realista vai classificar a dependência como doença ( a organização mundial de
saúde classifica desta maneira) , o que leva instituições mais sérias a apoiarem
os viciados como doentes e ,como faz o padre Haroldo através de sua clínica
de tratamento de dependência química em São Paulo , o estado onde tem uma
delas na cidade de Campinas , bem como demais proprietários destas clínicas
atuem para a melhoria em relação à saúde, e na ressocialização do dependente
químico em geral.

“A juventude está sendo destruída pelas drogas, sobretudo pelo álcool”
Pe. Haroldo

O texto-base daquela campanha registrava uma entrevista dada pelo cantor e
compositor Renato Russo, da banda Legião Urbana. O depoimento dele pode
servir para os jovens de maneira geral.

Como dependente químico o cantor
adquiriu uma experiência no convívio que teve com as drogas e o álcool.
“Eu usei droga dos 17 aos 30 anos, fui um completo idiota. Hoje, eu tenho
problemas de fígado, depressão, sequelas desses anos. O dependente químico
é visto como um sem-vergonha, existe muito estigma social e muita dor. Quem
não tem esse problema acha que é frescura.

 

Quem tem é geralmente gente

muito sensível, é tudo uma gente maravilhosa que entra no buraco e não sai.O
depoimento do artista é comovente e sincero ,mostrando o choque do julmento
da sociedade em geral e a presença de uma doença real , que seria uma forma
mais humanitária de considerar o assunto,[…] a verdade é que a droga não
traz nada de bom para ninguém, eu é que achava que precisava de droga.
Para me desintoxicar eu segui os 12 passos do NA (Narcóticos Anônimos) e
do AA (Alcoólicos Anônimos).

Eu não vou dizer quais são porque o doente

precisa ir até lá, senão não funciona. É fundamental que a família do
dependente tenha apoio, porque a família inteira adoece junto com ele.
Temporada em clínica também pode ser bom. Já li livros que dizem que
clínica é como um campo de concentração, o que é uma bobagem. Você
precisa de acompanhamento porque é muito sofrimento parar com a droga.
Durante a desintoxicação, você precisa de um acompanhamento clínico e
psiquiátrico. Na hora que você chega no fundo do poço é que é diferente para
cada um.

O depoimento se torna mais realista aí , onde o cantor sugere que o tratamento
deva ser feito por uma clínica de tratamento da dependência química , por
onde passou e explica que a terapêutica utilizada em uma , é de fundamental
ajuda na conscientização e tratamento da doença por especialistas , e no
convívio com semelhantes que passam pelo problema[…]

Ou a pessoa descobre a religião ou ela segue os 12 passos do NA e do
AA. Em 1990, fui para (…) uma clínica de desintoxicação no Rio de Janeiro, e
fiquei lá um mês. É o próprio paciente que tem de ir, não adianta a família
levar, você tem de estar andando.

Lá eu fazia ginástica, tocava sino, me

alimentava muito. Todo mundo é tratado igual. Só isto tudo não basta. Você
só consegue sair de uma situação assim se encontrar um caminho espiritual.
Se você não é um religioso, tem de descobrir a fé que perdeu na vida. Porque
quem usa droga tá no fim da vida.

Essa é a doença da solidão e da negação –
sua e dos outros, porque todo mundo vai te dizer que você não tem nada. Eu

tive uma recaída este ano, foi horrível. Você perde completamente a
dignidade, é muito trágico.”

Como podemos perceber pelo depoimento o mundo das drogas traz
consequências extremamente sérias aos usuários , que quando não cuidados
correm risco até de morte. Ele coloca a família como um fator importante no
encaminhamento ,e a vontade do viciado em querer se cuidar , o que
chamamos de internação voluntária do dependente químico , a melhor opção
para um tratamento com maior sucesso da doença

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